Entenda as etapas de sua memória e também suas alterações

etapas da memória

A memória nada mais é que a identidade do indivíduo, é nela onde temos a capacidade de registrar e evocar momentos ocorridos.

Todo o aprendizado no decorrer da vida está guardado dentro da memória. Alguns pesquisadores falam que a memória é a construção do ser humano, sem ela somos incapazes de nos identificar ou recordar qualquer coisa, pois somos o que recordamos.

Perder a memória significa perder sua identidade, é a perca do seu verdadeiro EU, significa não ter mais uma história de vida a ser contada e narrada por você mesmo, é a perca de uma interação duradoura com o próximo, perde a memória significa ficar no escuro enxergar apenas o que os outros nos relata.

 

As três principais fases da memória

A memória cognitiva é composta por três fases ou elementos básicos que são:

  • Fase de registro (percepção, gerenciamento e início da fixação).
  • Fase de conservação (retenção).
  • Fase de evocação (também denominada de lembranças, recordações ou recuperação).

A memória é um campo muito rico em informações de pesquisas e estudos, é através de curiosidades e estudos e pesquisas que conseguimos ter mais informações sobre essa máquina extraordinária que é nosso cérebro, os estudos nos mostra com clareza variadas doenças e elementos que desconhecemos em nosso cérebro.

O processo de fixação depende dos níveis de consciência, atenção global, sensopercepção preservada, interesses emocionais, conhecimento anterior, capacidade de compreensão, organização temporal e canais sensoperceptivos.

Portanto, a evocação é a capacidade de recuperar e atualizar os dados fixados, é a denominação de impossibilidade de recordar, a evocação é um elemento nésticos que divide a memória em quatro fases.

Memória recente ou curto prazo, um tipo de memória limitada.

 

Memória remota ou de longo prazo

É nela onde temos a capacidade de armazenar e guardar eventos e elementos por anos ou até mesmo a vida inteira. A memória remota ela tem a capacidade mais ampla que a imediata e a recente.

Com estudos e pesquisas avançadas por neurociência, não dizemos mais memória e sim tipos de memorias especificas.

A capacidade que temos de prestar atenção e se concentração em fixar determinadas coisas como por exemplo, memorizar um telefone, conseguir fazer a rota de um lugar onde já conhece mentalmente é chamada de memória de trabalho.

Relatar momentos ocorridos durante noites anteriores, referente a recordações de fatos reais é o trabalho da memória episódica.

Lembrar-se de viagens ou parentes distantes, tendo clareza e detalhes de momentos remotos faz parte da memória semântica, refere-se a tipos de aprendizados é o registrar os conteúdos em função de significado é a capacidade de nomeação categóricos.

 

Memória de procedimento

Agora a memória de procedimento é o botão de automático, aquele que faz com que fizemos as coisas sem menos pensar já está no automático tipo: andar de bicicleta, passar a macha do carro, tocar instrumentos musicais e outros uma vez que aprendido não precisa mais ficar pensando para conseguir executa-los.

No campo das memórias também pode ocorrer diversas alterações que muitas das vezes o paciente pode-se perde por inteiro como nos casos de demência de Alzheimer e outros, e assim ter a incapacidade de autoconhecimento.

As alterações do reconhecimento dividem-se em dois grupos: as agnosias, de origem essencialmente cerebral, e as alterações de reconhecimento associadas aos transtornos mentais, sem base orgânica definida.

Essas alterações incluem os falsos desconhecimentos produzidos por processos delirantes, muito peculiares do reconhecimento e de falsas identidade.

 

Sobre a efetividade

Afetividade é um termo genérico, digamos que ela é o brilho e a cor de todas as vivências, sem ela as coisas não teriam sentido perde toda a graça, pois é nela onde obtemos o humor, emoções e os sentimentos de uma vida.

A vivencia afetiva é distinguida em cinco tipos básicos: Humor ou estado de ânimo, Emoções, Sentimentos, Afetos e Paixões.

Esse conjunto de afetividade, é composto por turbilhões de percepções que se baseia em seu estado psíquico, na mesma hora que pode ter um significado bondoso, amoroso pode-se também se reverter em angustia, desespero e ansiedade psicológica, são sentimentos prazerosos, mas que deve ser bem dosados em determinados seres humanos.

No cérebro acontece um sistema bem interessante, primeiro ele segue a percepção do fato para depois ter uma ação, dessa forma o homem primeiro vê o tigre, começa em seguida a suar, a empalidecer, a te taquicardia e em consequência desse comportamento passa então a sentir o medo. Isso é chamado de circuito cerebral das emoções.

O cérebro por ser a parte mais importante em nosso corpo, não pode ser comprometido uma vez comprometido ou lesado dificilmente consegue se recompor novamente.

Por sua vez existe outros vários componentes enraizados na mente humana, Freud diz que um sentimento reprimido desencadeia vários fatores comprometedores em nosso cérebro como: ódio, inveja e medo e outros, mas ele não está errado corpo e mente anda na mesma linha, uma vez que a mente esteja adoecida o corpo não consegue sair do lugar.

 

Considerações finais

A psicopatologia geral utiliza, dessa linha vários estudos para entender as alterações de humor, ansiedade, angustia e o medo. A ansiedade é definida como estado de humor desconfortável, apreensão negativa em relação ao futuro, inquietação interna desagradável, inclui manifestações somáticas e fisiológicas.

Do ponto de vista existencial, a angustia tem a definição mais acentuada, é algo que define a condição humana, é um tipo de vivencia mais pesada, fundamental que a experiência da ansiedade.

As condições de estar no mundo não significa que estamos gostando ou não, a única saída que temos é enfrenta-lo e seguir em frente, sem se esbarar em algumas situações desagradáveis que venha comprometer as condições neurológicas ou físicas, essas são as condições humanas a viver.

 

Vídeo | Tipos de memória | Fabiano Moulin

 

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